segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
O CÉU COMEÇA AQUI
Daí que «ganhar o céu» vem a ser uma expressão não apenas falsa mas absurda; e a acusação de que o cristão é «mercenário» cai pela base. Não ganhamos o céu mas familiarizamo-nos com ele, habituamo-nos e aclimatamo-nos a ele. Preparamo-nos para ele. E construimo-lo. Todos juntos...
Eu estou convencido de que o céu consistirá em reviver, numa plenitude de luz, os maravilhosos instantes da nossa existência terrena. A cada passo nos deteremos confundidos com a generosidade do nosso Deus e confusos pela nossa inconsciência passada. Reviver um só momento nos lançará em transportes de júbilo e de reconhecimento. Como era belo o mundo e quanto nós grosseiros ao caminhar assim, enjoados e desiludidos, a meio de todas as suas maravilhas!
Deus não soubera que mais inventar para nos alegrar a cada hora, em cada minuto. Procedera como o pai que para fazer sorrir o filho exibe tesouros diante dele e só obtém do tiranozinho insaciável esta resposta:
«Quero mais. Dá-me outras coisas».
A mais espantosa das surpresas que por nós espera no céu será a de não encontramos lá nada de novo.»
(Louis Evely, em "Tu és esse homem")
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
UM AMOR DESCONCERTANTE
“Jesus esperava tudo de todos. Para além das nossas comédias mais enfadonhas, das nossas defesas mais consternadoras – respeitabilidade, seriedade, sobranceria, dignidade ou indignidade, mutismo ou imprecações, Ele adivinhava a criança insuficientemente amada que tinha cessado de crescer porque tinham deixado de crer nela.
O Senhor não se prendia a nenhuma das nossas aparências: sabia que as pessoas são capazes de tudo, tanto para ter boa como para ter má aparência. E que tão digna de dó é uma como outra. É por não termos sido amados, descobertos, incentivados, considerados capazes de melhorar… que nos tornamos tão maus.
Deus existe em cada ser e espera ser adivinhado nele para nele crescer.
Amar um ser é dirigir-lhe o mais forte e imperioso apelo, é alvoroçar nele um ser oculto e mudo que não pode evitar levantar-se à nossa voz; um ser tão novo que era desconhecido até daquele que o contém e todavia tão verdadeiro que não pode deixar de o reconhecer quando o descobre.
Amar alguém é chamá-lo à vida, é convidá-lo a crescer.
E não se tem a coragem de crescer senão para alguém que crê em nós.
Ao nível em que cessaram de crescer é que devemos atingir aqueles que encontramos, ao nível em que foram abandonados e se aprisionaram então a si mesmos, em que principiaram a segregar uma carapaça porque imaginavam estar sós.
Importa que alguém nos ame bem profundamente, bem audaciosamente para nós ousarmos mostrar-nos humildes, bondosos, ternos, simples, vulneráveis.” (Louis Evely, em "Tu és esse homem")
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A GRANDE ILUMINAÇÃO - Paul Claudel
Paul Claudel (1868-1955) :grande poeta e dramaturgo francês do século XX. Sua obra, profundamente marcada pela sua repentina conversão ao catolicismo, muitas vezes gira em torno de um dos principais temas do cristianismo: a acção da graça e a correspondência humana.Paul Claudel nasceu a 6 de agosto de 1868, durante a festa da Transfiguração, em Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois, pequena aldeia do Aisne onde seu tio-avô foi cura. Entretanto, apesar da família de Claudel ter dado vários padres à Igreja, ele “era indiferente e, depois de nossa chegada a Paris”, escreveu o poeta em Ma Conversion (1913), “tornei-me nitidamente estranho às coisas da Fé”.
Não nos surpreende, pois foi o que se passou na segunda metade do século XIX com numerosas famílias burguesas. Claudel acrescenta: “Tinha feito uma boa primeira comunhão, que, como ocorre com a maioria dos jovens, foi ao mesmo tempo o coroamento e o fim das minhas práticas religiosas”.
Mais tarde, porém, acontece a sua fulgurante e repentina conversão. Uma experiência que haveria de dominar toda a sua vida:
"Assim era a infeliz criança que, a 25 de dezembro de 1886, foi a Notre-Dame de Paris para assistir aos ofícios de Natal. (...)
...conduzido e apertado pela multidão, assisti, com um prazer medíocre, à grande missa. Depois, não tendo nada melhor a fazer, voltei para assistir às vésperas. As crianças do coro, vestidas de branco, e os alunos do seminário-menor de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, que os ajudavam, estavam a preparar-se para iniciar o canto que mais tarde soube ser o Magnificat.
“Estava misturado ao povo, junto do segundo pilar à entrada do coro, à direita da sacristia. E foi então que se produziu o acontecimento que domina toda a minha vida. Num determinado instante, meu coração foi tocado e acreditei. Acreditei com tal força, com tal adesão de todo o meu ser, com tão poderosa convicção, com tal certeza sem deixar lugar a qualquer espécie de dúvida que, depois, todos os livros, todos os raciocínios, todos os acasos de uma vida agitada, não puderam abalar-me a fé, nem mesmo, para ser mais preciso, tocá-la de leve que fosse.
“Tive de súbito o forte sentimento da inocência, da eterna juventude de Deus, uma revelação inefável.
Tentando, como o fiz várias vezes, reconstituir os minutos que se seguiram a este instante extraordinário, encontro os elementos seguintes que, entretanto, não formam senão um clarão, uma única arma de que a Providência Divina se servia para atingir e abrir enfim o coração de uma pobre criança desesperada: “Como aqueles que crêem são felizes! E se fosse verdade? É verdade! Deus existe, Ele está em toda parte, É alguém, é um Ser tão pessoal como eu. Ele me ama, Ele me chama.
“As lágrimas e os soluços vieram... e o canto tão doce do Adeste
Tinha apenas me retirado. Um novo e terrível ser, com exigências terríveis para o jovem e o artista que eu era, tinha se revelado e não sabia como conciliá-lo com coisa alguma que me cercava.“O estado de um homem que fosse arrancado de um golpe de seu corpo, para ser colocado em um corpo estranho, no meio de um mundo desconhecido, é a única comparação que posso encontrar para exprimir este estado de confusão completa. O que mais repugnava a minhas opiniões e a meus gostos, é que era a verdade e com o que seria necessário que de bom ou de mau grado eu me adaptasse. Ah! Isso não aconteceria sem que tentasse tudo que me fosse possível para resistir”.
Claudel trava então uma "luta contra Deus" que durou quatro anos. Quem estiver interessado em saber como se desenrolou essa luta e outros aspectos da vida e obra deste poeta e dramaturgo, é só clicar aqui:http://www.quadrante.com.br/pages/servicos02.asp?id=193&categoria=Biografia_Testemunho&pg=buscaartigo&campo=paul
Fonte: Quadrantesegunda-feira, 1 de dezembro de 2008
ORAR É MORRER

sexta-feira, 28 de novembro de 2008
UMA IGREJA VERDADEIRA

O mundo não acreditará em Deus, se não vir uma Igreja verdadeira. O mundo não acreditará na Ressurreição de Cristo, se o levares à Biblioteca Nacional para estudar as fontes da Revelação cristã. Para ele, só há uma prova de que Cristo ressuscitou: é que Ele continua vivo. E só uma prova existe de que Cristo continua vivo e é que Seu amor ainda vive no mundo, vivendo no nosso amor.
Este é o testemunho válido de que o amor de Cristo vive no mundo: que nós vivamos do amor, que nós amemos os outros com um amor que ultrapassa as forças do nosso coração...
O mundo precisa de encontrar uma verdadeira Igreja onde o amor do Cristo ressuscitado seja vivo, um ambiente onde se ame...
Este é o milagre que os cristãos deviam realizar: o milagre do seu amor.
Que onde quer que viva um cristão se construa uma fraternidade e nela se manifeste uma oferta e um apelo de amor...
O mais precioso serviço a prestar a alguém é oferecer-lhe uma imagem dele na qual se possa reconhecer e aceitar-se.
Isto é o que o mundo espera: que realizemos o milagre de nos amarmos assim.
É assim que se procede quando se ama um ser: ama-se tanto que ele ousa tirar a máscara diante de nós e principia a ousar ser bom e meigo, e vulnerável e generoso como nunca tinha sido para com ninguém e tudo isso apenas porque nós o animámos a ser assim...
O mundo converter-se-á quando vir uma verdadeira Igreja onde dois ou três de entre nós, reunindo-se e amando-se, lhe oferecerem a imagem dele mesmo que o mundo reconhecerá como o ideal a que aspira e que em vão procurou em tantas Igrejas...»
(Louis Evely, em "Fraternidade e Evangelho")
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
QUE SIGNIFICA AMAR?
Amar um ser é esperar nele para sempre.
Amar um ser é não o julgar; julgar um ser é identificá-lo com aquilo que dele se conhece. «Agora, conheço-te. Agora julgo-te. Sei aquilo que vales»... Isto representa matar um ser.
Amar um ser é esperar sempre dele algo de novo, algo de melhor.
Se bem leio no Evangelho, poderei concluir da maneira pela qual Jesus saiu ao encontro dos homens e os amou e enriqueceu, que Ele sempre os considerou crianças, crianças que não haviam crescido convenientemente, que não haviam sido suficientemente amadas.
Cristo nunca os identificou com aquilo que tinham feito até então.
Pensai, por exemplo, em Maria Madalena: Cristo esperava dela algo que ninguém tinha conseguido descobrir e amou-a tanto, perdoou-lhe tão generosamente que dela obteve o amor mais puro e mais fiel e, admirados, todos à sua volta comentavam: «Será possível que ela seja assim?! Tínhamo-la julgado, pensávamos conhecê-la, haviamo-la condenado e tudo porque nunca fora convenientemente amada...»
Cristo amou-a com tal perfeição que a tornou aquilo que os outros, pobres e desconfiados, demasiado avarentos de amor, não tinham sido capazes de suscitar nela.
Cristo aguardava, esperava tudo de toda a gente. Fazia surgir, ao Seu redor, vocações, amizades e generosidades; e todos os que supunham conhecer de longa data aqueles personagens, quedavam atónitos: «Como? Zaqueu tornou-se generoso? Maria Madalena tornou-se pura e fiel? Tomé tornou-se crente? Mateus, o publicano, feito Apóstolo? E todos esses pobres, todos esses pecadores se transformaram em apóstolos e santos?... Como é possível?»
Alguém os tinha amado, tinha acreditado neles.
Alguém não havia repetido o que nós dizemos: «Não há nada a fazer dele, nada se conseguirá. Tentei tudo. Não quero tornar a vê-lo. Não volto a escrever. É perder tempo...»
Cristo foi ao encontro de cada um deles, dizendo: «Só porque não foi amado o bastante é que se tornou assim mau. Se o amassem mais, seria melhor. Se tivessem sido mais delicados, mais generosos, mais afectuosos para com ele, ele teria conseguido libertar-se daquela armadura, daquela carapaça de que se revestiu para não sofrer tanto»...
(Louis Evely, em "Fraternidade e Evangelho")
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
AQUI E AGORA
Resta-nos uma derradeira tarefa: desiludir esta esperança, dissipar quanto antes esta ambiguidade que os arrisca a perderem para sempre o Senhor.
Se não tiverdes encontrado Deus na terra, não O encontrareis no céu. O céu não é um mundo diferente, para onde possamos evadir-nos. O reino dos céus já está em nós, e devemos construí-lo com as graças que Deus nos concede.
«A vida eterna consiste em Te conhecer a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a Quem envisate.» (Jo 17, 3).
Aqueles que não principiaram na terra esta vida eterna, aqueles aos quais a presença e o amor de Deus (oferecidos a todo o homem vindo a este mundo) não iluminaram desde aqui, aqueles que na vida nada têm para eternizar - esses não conhecerão o céu.
A terra é o local onde o céu se constrói.
Deus não nos convida a passarmos para o outro mundo. Deus fez-Se convidado para o nosso mundo. Resgatou-o, lançou nele forças infinitas, a nós confiadas, para nós o transformarmos e, um dia, coroará a Sua e nossa obra, eternizando-a.
Deus não reside num outro mundo. Deus entrou neste mundo e nunca mais saiu dele. Cristo não Se retirou. Está connosco todos os dias.
Na Ascensão, Cristo não partiu: desapareceu...
Uma partida gera uma ausência; um desaparecimento inaugura uma presença oculta.
Pela Ascensão, Cristo torna-se invisível. É plenamente glorificado na Sua Humanidade, entra na partilha da Omnipotência do Pai e, por isso, fica em mais íntima relação com cada um de nós.
Longe de nos abandonar, de nos deixar orfãos, adquire aquela eficácia infinita que Lhe permite inundar tudo com a Sua presença: «Subiu ao céu a fim de encher tudo com a Sua presença» (Ef. 4, 10)
Que alegria! Deus está na terra connosco e jamais nos abandonará porque a Sua presença espiritualizada atingirá uma intensidade e uma extensão que Sua presença carnal seria incapaz de obter. Era vantajoso para nós que Ele partisse de forma visível a fim de O encontramos por todo o sempre, em toda a parte, dum modo invisível.» (Louis Evely, em "Tu és esse homem")
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
PROPRIEDADE DE DEUS
Só Deus nos continuará a amar, ainda que percamos todas as nossas qualidades, porque Ele não ama as nossas qualidades mas a nós. Só Deus nos suportará sempre.
Só Ele sabe o que de nós espera e todas as pessoas que fez depender de nós e os gestos que de nós atende.
Quando nos desprezamos a nós próprios, desprezamos todos estes projectos, todos estes desejos de Deus em nós, toda aquela alegria que Deus havia esperado de nós, toda a esperança que depusera em nós.
Estamos perante o essencial da religião: acreditar que aquilo que eu faço interessa a Deus. O verdadeiro ateísmo consiste em pensar o contrário, resignar-se ao contrário. Uma vida ateia é uma vida na qual tudo se passa, tudo se sente, tudo se enfrenta e tudo se sofre como se não acreditássemos naquela verdade. Quantos ateus entre nós?
Cada um de nós é propriedade de Deus. Uma propriedade que Deus nos confiou. Quase nunca sabemos para que serve, pois geralmente Deus cuida de no-lo ocultar. E é normal que nos interroguemos com frequência: para que poderá servir, para quem poderá ser verdadeiramente útil a nossa vida? A fé consiste em crer que Deus a considera útil, necessária ao Seu plano, indispensável à Sua alegria. » (Louis Evely, em "Tu és esse homem")
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
QUE AMA DEUS EM NÓS?
Não o nosso valor, certamente. Se por acaso tirássemos tal conclusão, chegaríamos à oração (cheia de reconhecimento, note-se) do fariseu, da qual sabemos o que Jesus pensava. (...)
Não é pelos nossos pecados que somos amados por Deus. «Ele estava indignado com a dureza dos seus corações», como com a resistência que nós opomos ao Seu apelo.
Amou Maria Madalena, mas Maria Madalena mudou desde o primeiro encontro.
E o jovem rico que se afastou perante as Suas exigências, não se tornou Seu amigo.
Deus ama... aqueles a quem pode dar mais, aqueles que esperam mais d`Ele, os que Lhe são mais abertos, Lhe «pesam» mais, se Lhe abandonam.
Sejam puros como João ou maculados como a Madalena ou Zaqueu, pouco Lhe importa.
Aquilo que conta aos Seus olhos é que se queiram apoiar n`Ele, não viver senão por Ele.
Deus ama a humildade, a abertura, a frescura daqueles que, suficientemente honestos para se considerarem pouco amáveis, são todavia suficientemente simples para acreditar que são amados e para tudo esperarem, alegremente, d`Ele.» (Louis Evely, em "Tu és esse homem")
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
ACREDITAS NO SEU AMOR?
Não se trata simplesmente de admitir que Deus ama a humanidade. Trata-se, isso sim, de acreditar que este amor é verdadeiro e, portanto, concreto, orientado pessoalmente para cada um de nós. (...)
A fé no amor de Deus consiste em crer que Ele Se interessa apaixonadamente por cada um de nós, pessoalmente. E constantemente.(...)
Quando eu chegar a acreditar que Ele até a mim ama - a mim, este ser insuportável, cujo peso só eu avalio - conhecerei a medida do Seu amor inverosímil.
Os santos são aqueles que poderão exclamar: «Eu conheci o amor que Deus tinha por mim e acreditei nele».
No Julgamento, isto em primeiro lugar nos será perguntado:
Acreditaste que Deus te amava, a ti?
Acreditaste que Deus esperou por ti, te conheceu, te desejou, a ti, dia após dia?»
(Louis Evely, em "Tu és esse homem")
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O Espírito Vivificante

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
TOCAR EM CRISTO

segunda-feira, 10 de novembro de 2008
"BASTA-TE A MINHA GRAÇA"

quarta-feira, 5 de novembro de 2008
UM AMIGO FIEL

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
HUMILDADE

Hoje, publico mais um excerto do livro "Como o Nascer do Sol", do meu grande amigo e discípulo de Cristo, João Eduardo Cruz. Já visitaram o seu magnífico blogue? Não gosto muito de lhe chamar blogue, mas sim o Jardim deslumbrante, encantador e luminoso de uma alma sensível, profunda, poética e comprometida com Cristo. Eis o caminho para lá: http://www.jardimdaalma.blogspot.com/
– É preciso ter humildade para ser alegre quando todos estão zangados.
– É preciso ter humildade para ter paz quando todos querem guerra.
– É preciso ter humildade para não desanimar quando todos estão desistindo.
– É preciso ter humildade para “fazer o bem sem olhar a quem” quando tantos nos enganam.
– É preciso ter humildade para ser bom quando o mundo é mau.
– É preciso ter humildade para ser fiel a Deus quando todos o abandonam.
– É preciso ter humildade para ser manso quando todos te chamam de covarde.
INDAGAÇÕES SOBRE O CARPINTEIRO
“A árvore é força vertical da natureza, da terra em direcção ao céu. Tem a postura da espécie humana. Por isso o cego que Jesus curou em Bet...
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A Vilma do blog - Coisas de mim , desafiou-me para falar das características que mais me marcam na pessoa de Jesus. É com prazer e alegria q...
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O psiquiatra Augusto Cury estudou a vida, personalidade e inteligência de Cristo durante bastante anos. Dos seus estudos e investigações res...
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“A árvore é força vertical da natureza, da terra em direcção ao céu. Tem a postura da espécie humana. Por isso o cego que Jesus curou em Bet...