terça-feira, 23 de outubro de 2007

O único Jesus que eu conheci

«Pregue o Evangelho sempre, se(quando) necessário, use palavras.» - Francisco de Assis

Há alguns anos atrás um prisioneiro branco morreu de ataque cardíaco em Montgomery, no Alabama. Na prisão tivera uma profunda experiência de conversão e construído um relacionamento autêntico com Jesus. O presidiário da cela ao lado, um negro enorme, era cínico. Todas as noites o prisioneiro branco falava por entre as barras da prisão e falava ao seu companheiro sobre o amor de Jesus. O negro troçava dele; dizia que ele estava doente da cabeça, que a religião era o último refúgio dos insanos. Apesar disso, o prisoneiro branco passava-lhe passagens das Escrituras e repartia com ele os doces que recebia de algum parente. Durante o funeral do homem branco, quando o padre falou a respeito da vitória de Jesus na Páscoa, o robusto prisioneiro negro ergueu-se a meio do sermão, apontou para o caixão e disse:"Essse é o único Jesus que eu conheci".

Brennan Manning, in "A assinatura de Jesus"

Um comentário:

Passaro Azul disse...

Graças a Deus, voei até aqui.
Que espaço lindo. E vi que tem mais.
Vou voltar para ler tudo e todos com mais tranquilidade.
Também na época de Natal do ano passado eu "abracei JESUS".
Foi uma experiência que partilhei com todos os que visitaram o meu cantinho.
Parabéns por este espaço.
Deixo um abraço esvoaçante.
Até breve.

Nada é grave...

"Nada é grave, a não ser perder o amor." [Irmão Roger de Taizé]