quarta-feira, 7 de maio de 2008

O Libertador

"Jesus é o homem que não tem a mínima consideração consigo mesmo e é incapaz de se compadecer de si mesmo. É essencialmente um pobre de coração: não tem interesses pessoais nem presta culto à Sua imagem...

Foi insoburnável porque no jogo da vida não jogou nada - porque nada tinha -; apostou tudo, isso sim, no Outro...
Jesus não é «político», e menos ainda diplomático. Nunca agiu com «tino», com «prudência» ou por cálculos humanos. De outro modo, não teria morrido numa cruz mas numa cama. Não Lhe importa nem a Sua honra nem a Sua vida, mas só a Glória do seu Amado Pai.

Atirou-se inteiro e foi coerente. Os Seus próprios adversários fizeram uma perfeita fotografia psicológica d´Ele: «Mestre, sabemos que és sincero e que não lisonjeias a ninguém; porque não olhas para as aparências dos homens mas ensinas o caminho de Deus, segundo a verdade» (Mc. 12, 14).
Ao renunciar à Sua vontade para assumir a vontade do Pai, Jesus libertava-se de si mesmo. Ao ficar liberto de si mesmo, era constituído Libertador." - Ignacio Larrañaga, em "Mostra-me o Teu Rosto"

Um comentário:

v.carlos disse...

Mais uma citação do 'Transformando meu Pranto em Dança'


Agora no:

confeitariacrista.blogspot.com

abração Paulo,
DEUS ABENÇOE

Nada é grave...

"Nada é grave, a não ser perder o amor." [Irmão Roger de Taizé]