
Augusto Cury, médico psiquiatra, psicoterapeuta e cientista ligado à área da Inteligência e dos fenómenos que gerem a construção dos pensamentos e da memória, trabalhou ao longo de quase 20 anos numa teoria que denominou de "Inteligência Multifocal"( para quem quiser saber mais:http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_multifocal) . Depois de desenvolver esta nova teoria, ele decidiu aplicar os seus princípios ao estudo da fascinante, intrigante e misteriosa inteligência do Homem que dividiu a história: Jesus Cristo. Envolveu-se neste projecto durante anos tentando encontrar respostas para inúmeras questões: Cristo poderia ter sido fruto da imaginação humana? Se Ele não tivesse feito nenhum milagre, teria dividido a história? Houve alguém na história que tenha discursado sobre pensamentos semelhantes aos dele? Quais as dimensões e implicações dos pensamentos de Cristo? Estas e outras questões são respondidas numa colecção de livros denominada "Análise da Inteligência de Cristo". Nesses livros Cury faz uma análise psicológica ímpar, fascinante, despreconceituosa e surpreendente da inteligência e personalidade de Cristo. Ele confessa que durante anos se considerou céptico e ateu, mas que ao estudar a inteligência e a personalidade de Cristo teve de mudar os seus paradigmas e reescrever a sua história pessoal. Ele rendeu-se e prostrou-se aos pés do "Mestre dos Mestres"( é este o título do primeiro livro da série "Análise da Inteligência de Cristo"). Brevemente falarei dele.
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