quinta-feira, 3 de julho de 2008

Ser inteiramente amor


"Se não houvesse mais do que contemplar a Deus eternamente, como um bonito espectáculo ou uma linda obra de arte, uma purificação tão completa, tão total, queimando até à raiz do egoísmo, talvez não fosse absolutamente necesária. Mas, dado que o Deus vivo não é senão Amor, dado que a nossa vocação de homem é entrar n´Ele para viver para sempre a Sua Vida e ser capaz de amar como Ele ama, temos de admitir que nem um átomo de egoísmo pode subsistir aí, onde não há senão amor. É por isso que a alegria mais sublime, o que faz com que sejamos cristãos - não ser senão eternamente um com o amor infinito - leva necessariamente consigo a mais sublime exigência: ser eu mesmo inteiramente amor, ser puramente, isto é, unicamente amor, sem nenhuma atenção nem olhar nem encerramento sobre mim." (François Varillon, em "Alegria de Crer e Viver")

Um comentário:

Viviana disse...

Olá Paulo,

Não tenho tido oportunidade de vir aqui todos os dias, como eu gostaria.

Mas hoje aqui estou para concordar em absoluto com o seu poste, e o incentivar a que nunca se canse
de cantar o Amor, de apregoar o Amor e de, com a ajuda divina VIVER ESSE AMOR.
Um grande abraço
Viviana

As velas

"Nas igrejas nada reza excepto as velas. Elas perdem todo o seu sangue. Consomem todo o seu pavio. Não reservam nada para elas, d...