domingo, 20 de julho de 2008

A Revelação de Jesus

"Não se descobriu outra «ciência» nem outra revolução para a transformação do homem a não ser aquela revelação trazida por Jesus:

- renunciar aos sonhos de omnipotência;

- reconhecer a incapacidade da salvação pelos meios humanos;

- tomar consciência da nossa miséria e fragilidade;

- entregar-nos confiada e incondicionalmente nas poderosas mãos de Deus;

- permitir dia após dia, abandonados com absoluta «passividade» nas Suas mãos, ser transformados desde as raízes.

(Ignacio Larrañaga, em "Mostra-me o Teu Rosto")

4 comentários:

Maria João disse...

Ora aqui estão óptimas dicas para cada dia....

Que o Espírito Santo nos ilumine!


beijos em Cristo e Maria

Ecclesiae Dei disse...

Que verdade... é a porta estreita... às vezes difícil de entrar, mas é por essa estrada que seguimos.

Viviana disse...

Olá Paulo,

Sim, Jesus veio para isso mesmo.

Ele veio levantar do chão, o homem caído, e oferecer-lhe o seu imenso e imegualável Amo, que faz o milagre de transformar vidas no mais profundo desespero... em vidas dignas, frutíferas, verdadeiras.

São suas estas Palavras:

"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância"!

Vale a pena olhar para Ele, fixar o seu rosto de luz, e aceitá-lo como Senhor, Salvador, Mestre e Guia.

Toda a glória, adoração, honra e louvor... para Ele, o Emanuel - Deus connosco.

Um abraço
Viviana

Luis Carlos disse...

Olá Paulo,

Aceitar que não houve outra revolução para a transformação do homem a não ser aquela revelação trazida por Jesus, é dizer que o resto do mundo não presta, não traz nada de novo, que tudo à nossa volta não vale a pena escutar e reflectir.

Que dizer do Buda, que dizer de Maomé, que dizer de Lao-Tsé, que dizer do Osho, que dizer do Agostinho da Silva, que dizer de tantos e tantos pessoas que passaram por este mundo, trazendo uma mensagem que foi a sua própria vida?

Não interessam? Não trouxeram nada de novo? Não prestam?

Penso que Jesus nunca fez orelhas moucas aos povos de outras crenças, por isso não percebo como um cristão e se calhar há mais, pensam desta maneira.

Todas estas frases estão na negativa em relação a mim próprio e à minha natureza. Como posso acreditar num deus que nega a natureza humana?

Não, não vou, não vou pelas palavras do Ignacio Larranaga.

Sou mais abrangente, e os meus ouvidos estão a escutar o mundo, não alguma religião em particular, porque Deus está no mundo, o reino de Deus está no mundo, não está no céu, não há que negar alguma coisa da nossa natureza.

Isto é aquilo senti, sinto sobre este texto.

Atá já,
Luís Carlos

Nada é grave...

"Nada é grave, a não ser perder o amor." [Irmão Roger de Taizé]