quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Para pensar...

«O que somos (nosso ego ou identidade pessoal) é, em parte, re­sultado da Criação (a imagem de Deus) e, em parte, resultado da Queda (a imagem estragada). O ego que devemos negar, rejeitar e crucificar é o caído, tudo o que dentro de nós for incompatível com Jesus Cristo (daí os seus mandamentos: "negue-se a si mesmo" e então "siga-me"). O ego que devemos afirmar e valorizar é o criado, tudo o que em nós for compatível com Jesus Cristo (daí a sua afir­mativa de que se perdermos a nossa vida mediante a negação própria a encontraremos). A verdadeira autonegação (a negação de nosso ego falso e caído) não é a estrada para a autodestruição, mas o caminho da autodescoberta.» - John Stott

“A entrega sem reflexão é fanatismo em acção, mas a reflexão sem entrega é a paralisia de toda acção”.- John Mackay

“Uma grande parte de nossas dúvidas e de nossos temores provém de sombrias percepções do que seja a real natureza do Evangelho de Cristo... a raiz de uma religião feliz é um claro , preciso e bem definido conhecimento de Jesus Cristo”. - J.C. Ryle

«O pecado não é um lapso lamentável de padrões convencionais; a sua essência é a hostilidade para com Deus (Romanos 8:7), manifesta em rebeldia activa contra Ele. O pecado tem sido descrito em termos de "livrar-se do Senhor Deus" a fim de colocarmos a nós mesmos no seu lugar, num espírito altivo de "poderosidade divina". Emil Brunner resume esse pensamento muito bem, ao dizer: "Pecado é desafio, arrogância, desejo de ser igual a Deus. . . Asserção da independência humana contra Deus. . . Constituição da razão au­tónoma, moralidade e cultura".» - John Stott

Um comentário:

Mamanunes disse...

Em resumo... a desobediencia.
Graça e paz!

Nada é grave...

"Nada é grave, a não ser perder o amor." [Irmão Roger de Taizé]